Tokyo e Jamaica reabrem

Tokyo e Jamaica reabrem

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Quinta-feira, 29 Setembro 2022
Notícias

Os clubes noturnos lisboetas Tokyo e Jamaica reabrem esta noite as portas, três meses depois do inicialmente previsto, devido a alguns contratempos nas obras, a cerca de 500 metros do local onde a história das duas casas teve início, há 50 anos.

A reabertura no Cais do Gás, mesmo junto ao rio Tejo, próximo da estação ferroviária do Cais do Sodré e do cais fluvial, esteve inicialmente prevista para junho, mas o novo espaço criado de raiz para os dois clubes históricos que ‘moravam’ naquela que é mais conhecida como ‘rua cor-de-rosa’, sofreu alguns atrasos nas obras.

Fernando Pereira, sócio da estrutura dona do Tokyo e do Jamaica, e arquiteto promete agora “as noites de sempre, com inovação e sustentabilidade.

Apesar de serem espaços novos, Fernando Pereira garante que quando as pessoas entrarem, sobretudo no Jamaica, vão “sentir-se mesmo no Jamaica”, conhecido por passar clássicos de rock, pop e reggae, e, apesar de ter o dobro da capacidade, cerca de 300 clientes, terá uma parede que se desloca, tornando a pista de dança com geometria variável.

O Tokyo vai ter um palco “maior e mais alto mas ainda quase ao nível do solo”, para manter a mesma proximidade entre público e músicos.

A programação vai estar a cargo de Fred Martinho (HMB) e Rui Pedro Pity (The Black Mamba), dando continuidade à aposta em novos projetos e na diversidade de géneros musicais, enquanto no Jamaica o DJ residente vai continuar a ser Bruno Dias.

Os espaços vão ter uma entrada única, quem entrar vai aceder ao Jamaica ou ao Tokyo, ou ambos, sem qualquer restrição. Depois, sem ter que sair para a rua, as pessoas conseguem ter um espaço para poderem fumar, para confraternizar no exterior sem o barulho da música, contou Fernando Pereira.

Uma das novidades será também a relação entre os dois espaços e galerias e artistas, onde vão ser apresentados trabalhos variados, que para já, no exterior, são do patrocínio do coletivo “In The Light Of Day”, enquanto, no interior, a intervenção inicial é da responsabilidade de “The Caver”.

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