Os Massive Attack revelaram que toda a sua equipa foi detida pelas autoridades de Singapura e os seus passaportes confiscados, depois de terem exibido uma bandeira da Palestina, em palco, durante um concerto recente naquele país.
Num comunicado partilhado nas redes sociais, o grupo diz-se “surpreendido e desapontado” com a situação.
Para os Massive Attack, toda a experiência foi “um lembrete da importância de defender direitos humanos universais e liberdade de expressão onde quer que esses direitos estejam a ser ameaçados”. “Obrigado ao povo de Singapura por nos ter acolhido tão bem. Esperamos que o governo de Singapura ratifique o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos das Nações Unidas e permita aos seus cidadãos expressar a sua consciência, sem medo”, escreveram numa mensagem no Instagram dos Massive Attack.
A situação ocorreu na passada quarta-feira, 29 de julho, no The Star Theatre, em Singapura. De acordo com as leis locais, o apoio a uma causa política e o desfraldar de uma bandeira estrangeira são proibidos.