O cinema que marcou o músico norte-americano Bruce Springsteen e os filmes que convocaram as suas canções passam em julho num ciclo programado também pela Cinemateca Portuguesa em Lisboa.
São mais de vinte longas-metragens, como “Um rosto na multidão” (1957), de Elia Kazan, e “A desaparecida” (1956), de John Ford, que Bruce Springsteen considera inspiradores e marcantes na sua obra.
Haverá ainda “Os noivos sangrentos” (1973), primeira longa-metragem de Terrence Malick, e cujo título – “Badlands” no original – é a canção de abertura do álbum “Darkness on the edge of town”, de 1978.
A Cinemateca juntou ainda “Filadélfia” (1993), de Jonathan Demme, do qual faz parte a música “Streets of Philadelphia”, que valeria a Bruce Springsteen um Óscar, e o filme “Springsteen: Deliver me from nowhere” (2025), de Scott Cooper, com Jeremy Allen White no papel de Bruce Springsteen, entre outras obras.
O ciclo arranca no dia 1 de julho, quarta-feira, e prolongar-se pelas semanas seguintes nas salas Félix Ribeiro, Luís de Pina e na esplanada da Cinemateca.