O Prémio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades 2026, de Espanha, foi atribuído aos estúdios de animação japonesa Ghibli “por terem transformado, de forma extraordinária, a criatividade em conhecimento e comunicação”.
“Com recurso a um processo artesanal altamente criativo, criaram histórias universais repletas de sensibilidade e de valores humanos: amizade, empatia, tolerância, respeito pelas pessoas e pela natureza”, justificou o júri do prémio, atribuído ontem pela Fundação Princesa das Astúrias.
Fundados em 1985 pelos realizadores Hayao Miyazaki, Isao Takahata e pelo produtor Toshio Suzuki, os estúdios Ghibli são uma das “mais icónicas” produtoras de cinema e audiovisual de animação do mundo.