Nadya Tolokonnikova, cofundadora das Pussy Riot, foi oficialmente acusada pelo estado russo de ser uma agente ao serviço de um país estrangeiro.
De acordo com a “Billboard”, esta acusação formal dá-se cinco anos após Nadya ter sido acusada do mesmo crime pelo Ministério da Justiça russo. As autoridades locais colocaram a artista, que pode ser condenada a dois anos de prisão, numa lista de procurados.
Em 2024, Nadya já tinha sido dada como culpada pelas autoridades russas de publicar mensagens, em redes sociais, produzidas por agentes estrangeiros.
A lei russa sobre agentes estrangeiros entrou em vigor em 2012, e determina que qualquer pessoa ou organização que receba apoios de fora da Rússia tenha que se registar como agente estrangeiro.