Nadya Tolokonnikova das Pussy Riot acusada de ser agente ao serviço de um país estrangeiro

Nadya Tolokonnikova das Pussy Riot acusada de ser agente ao serviço de um país estrangeiro

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Segunda-feira, 06 Abril 2026
Destaques

Nadya Tolokonnikova, cofundadora das Pussy Riot, foi oficialmente acusada pelo estado russo de ser uma agente ao serviço de um país estrangeiro.

De acordo com a “Billboard”, esta acusação formal dá-se cinco anos após Nadya ter sido acusada do mesmo crime pelo Ministério da Justiça russo. As autoridades locais colocaram a artista, que pode ser condenada a dois anos de prisão, numa lista de procurados.

Em 2024, Nadya já tinha sido dada como culpada pelas autoridades russas de publicar mensagens, em redes sociais, produzidas por agentes estrangeiros.

A lei russa sobre agentes estrangeiros entrou em vigor em 2012, e determina que qualquer pessoa ou organização que receba apoios de fora da Rússia tenha que se registar como agente estrangeiro.

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